“Empresa não é palanque”: assédio eleitoral no trabalho eleva risco para empregadores
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No último dia 16 de agosto, teve início a campanha eleitoral no Brasil. Em um país dividido e polarizado, as empresas precisam estar atentas, pois a linha entre uma simples discussão política e uma pressão indevida para promover um candidato pode ser tênue, especialmente quando parte de um superior hierárquico e vem acompanhada de ameaças.Com a campanha nas ruas, as empresas precisam estar atentas ao aumento do risco trabalhista e reputacional, segundo especialistas ouvidos pelo InfoMoney. Isso
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