Coluna Terezinha: A filiação tecnologicamente assistida como categoria jurídica autônoma
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A expansão das tecnologias reprodutivas nas últimas décadas promoveu uma transformação estrutural na compreensão jurídica da filiação. Se historicamente a filiação foi organizada a partir de dois vetores centrais — a biologia e a presunção jurídica derivada do casamento —, e posteriormente passou a recepcionar a afetividade como vínculo construtor de relações parentais, o desenvolvimento das técnicas de reprodução humana assistida deslocou o eixo da parentalidade para um campo mais complexo, no
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